A olhar para o balão

O dia de hoje irrompe com algo inesperado, a notícia do interesse da Thales Alenia Space em implementar uma base experimental na ilha de Santa Maria (a tal que se quer tornar 100% espacial) para um dirigível estratosférico autónomo, que é como quem diz, um balão, ou como eles lhe chamam, o Stratobus.

Quem é a Thales? Controla a Edisoft com 65% da sua participação, empresa muito bem instalada na ilha de Santa Maria e com grande interesse na utilização da sua posição estratégica. No entanto, a estação de rastreio da ESA (operada pela Edisoft), que prometia ser um grande impulso na economia mariense, findas as obras necessárias, não rendeu mais do que meia dúzia de postos de trabalho.

O Secretário Regional Gui Menezes achou por bem fazer uma comunicação para a imprensa deste projeto, em fase embrionária, sem qualquer detalhe, no que aparenta ser uma possibilidade remota que quer apenas “prometer” postos de trabalho para a Ilha.

Por aqui parece mais que nos querem fazer olhar para o balão, enquanto o projeto de construção da base de lançamento avança sem contestação aparente.

 

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